segunda-feira, 30 de março de 2009



gata mi

DENÚNCIA CONTRA O CCZ DE SÃO PAULO

Veja matéria exibida no SP Record, em 10/03/09, sobre as denúncias de protetores e ONGs de maus-tratos e crueldade ocorridos dentro do Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo. O denunciante é um funcionário indignado com o que ocorre lá dentro.

http://www.youtube. com/watch? v=12mTA2MgD8Q

Proteste!

Petição online pela saída do CCZ do atual gerente, Marco Antonio Natal Vigilato: http://www.petition online.com/ ccz12916/ petition. html.

(11) 2221-9823 - Gerência do Centro de Controle de Zoonoses

(11) 2221-7645 - Plantão 24h - todos os dias da semana
Repassando mensagem.

----- Original Message -----
From: Maria Luiza
To: Undisclosed- Recipient: ;
Sent: Sunday, March 29, 2009 6:21 PM
Subject: QUEM DISSE QUE TEM LEISHMANIOSE EM SÃO BORJA???????
olá pessoal

Mais uma vez, em nome da saúde pública, são realizados verdadeiros absurdos - ilegais e irracionais.

Resumindo os fatos:

"Apareceu" um surto de leishmaniose no RS (estado que nunca teve essa doença), na cidade de São Borja. A prefeitura criou um clima de terror e pânico:
o exército está nas ruas coletando sangue dos animais ... também está entrando nas casas para coletar dos animais domiciliados (claro que sem nenhuma ordem judicial...) Voltam uma semana depois "dizendo" que o resultado deu positivo e levam os cães para serem mortos;
Não informam que as pessoas têm direito a uma contra prova desses exames
se alguém pedir o resultado dos exames, eles não tem para entregar (!!!!) a confusão na papelada está enorme...
as mortes estão acontecendo no quartel (!!??) onde não é permitida a presença de ninguém "de fora", e lá mesmo os animais estão sendo enterrados em valas
ninguém apresentou até agora NENHUM resultado de exame (nem dos sorológicos, muito menos do parasitológico) , embora o MP já tenha solicitado.
Alguns veterinários da cidade estão pressionando as pessoas a levarem seus animais para que sejam examinados por eles ... estão diagnosticando leishmaniose sem exames laboratoriais (!!!) e matando, ou vacinando (!!!)
Não têm programa de educação para a saúde, não tem esclarecimento á comunidade, não tem combate ao mosquito, Matar ou controlar o mosquito dá muito trabalho. Matar cães é fácil, dá visibilidade e mostra que os profissionais de saúde estão fazendo alguma coisa (mesmo que seja matar cães). Isto causa impacto, dá mídia, justifica as diárias, dá status de médico (estão cuidando da saúde humana..), dá poder, causa pânico, rende muito $$$$ para os laboratórios e para os parceiros.
e por falar em laboratórios. ..a venda de vacinas aqui no rs está um "espetáculo". ...(lembrando que leishmaniose é "novidade" aqui no estado)
e por falar em controle de vetores... segundo a prefeitura, não podem matar os mosquitos, pois colocar veneno vai causar desequilibrio ecológico, matando outros insetos, inclusive baratas (???!!!) ...
O CRMV/RS afirmou que qualquer animal só pode ser morto se houver comprovação do positivo para leishmaniose. .. mas não fiscaliza. Não está acompanhando o caso, não tem os resultados dos exames, não sabe nada... Os veterinários da cidade podem continuar cometendo todos os absurdos tranquilamente, pois o conselho não está fiscalizando.
A leishmaniose é doença de notificação obrigatória.. .. mas onde estão esses dados?
o lixo orgânico de São Borja, que não tem aterro, é levado para a cidade de Santa Maria... caminhão caçamba, coberto com uma lona... Se tiver leishmanisoe na cidade, estão exportando larvas e mosquitos para outras cidades
e pra encerrar: recebemos uma denúncia muito séria, mas que ainda estamos averiguando: "os animais recebem uma injeção, ficam se debatendo e são colocados na vala ainda se mexendo"
Essas são apenas algumas informações. Os absurdos são muitos, mas colocar todos deixaria esse e-mail interminável.

O MGDA está com uma representação no MP local.

Nesse momento precisamos da ajuda de todos, que escrevam para o Conselho Regional de Medicina Veterinária - Dr. Air Fagundes dos Santos, presidente - airfagundes@ crmvrs.gov. br solicitando uma fiscalização do conselho, e também:
Que seja apresentado, publicamente, o resultado dos exames positivos, com suas respectivas contra porvas - de todos os animais já mortos pela prefeitura, bem como o protocolo das "eutanásias" realizadas.
Queremos saber, também, quantos animais foram mortos pelos veterinários particulares da cidade, com os respectivos exames e contra provas...
O Conselho tem obrigação de ter esses dados... afinal é uma de suas funções fiscalizar os profissionais médicos veterinários (não pode só fiscalizar veterinário que faz castração pra ONGs....)

Pedimos, também, que todos divulguem essas informações. Cidades vizinhas já estão se preparando para essa "guerra" - especialmente depois que souberam que o Ministério da Saúde libera verbas ($$$$$$$) para o combate a essa doença... Alguns prefeitos já estiveram em São Borja para conhecer as "técnicas" utilizadas.

Precisamos ficar alertas... a qualquer momento essa guerra" pode estar na nossa cidade.

Ninguém ignora que a leishmaniose é uma doença séria, e que o seu controle é necessário e fundamental. Mas da forma como está acontecendo tudo, não se pode nem acreditar que tenha essa zoonose em São Borja, e se tiver, não se pode medir a proporção, pois o que instalaram lá foi um circo...de horrores, mas um circo.

Peço que todos fiquem atentos aos "movimentos" da saúde em seus municípios. Aqueles que têm contato com veterinários, que fiquem espertos se começarem a aparecer representantes de laboratório vendendo vacina contra leishmaniose. .. Vamos tentar conter esse pânico e não permitir que se alastre pelo Estado. Podemos exigir informações, campanhas de esclarecimento, especialmente quanto ao controle dos vetores... Não é o cão que transmite... é o mosquito! só que a prática dos profissionais de saúde pública na maioria das cidades desse país é: mata-se o cão, deixa-se o mosquito pra lá.

Aqueles que trabalham em associações, ONGs, oscips, etc... por favor, leiam, informem-se. .. Existe um movimento forte da Anclivepa de MG, do Abrigo dos Bichos de Campo Grande, e muitas iniciativas - inclusive judiciais - para inverter essa ordem confusa, acomodada e ineficiente estabelecida na saúde brasileira.

abçs
mluiza

quarta-feira, 25 de março de 2009

Lua e Pitoco

bons amigos!!!

Artigos do Guia Vegano

Violência contra animais e violência doméstica: qual a ligação existente?
Qual a relação entre maus-tratos e crueldades para com os animais e a violência doméstica? Existe um elo entre eles?
Não é de hoje que pesquisas comprovam a ligação entre a violência doméstica e a violência contra os animais de estimação, esta última servindo como sinal de alerta para a possível existência da violência contra seres humanos mais fragilizados no contexto familiar, como no caso de crianças, idosos e mulheres. Mas também a crueldade contra os animais está presente como uma característica comum nos registros de estupradores e asssassinos em série. O abuso contra animais aparece de forma clara nas histórias de pessoas com comportamento violento (FBI. 1998, Alan Bantley, 1996).A violência doméstica, muitas vezes, começa com o abuso ou maus-tratos de animais. Dessa forma cientistas e órgãos de execução penal norte-americanos passaram a encarar crueldade contra animais como grave problema humano, diretamente relacionado à violência doméstica, abusos contra crianças, idosos e outros crimes violentos, se tornando um meio eficaz de romper o ciclo de violência doméstica de uma geração para a outra (Associação Internacional dos Chefes de Polícia, 2000).Na Filadélfia (EUA) uma criança de 4 anos foi espancada até a morte em janeiro de 1999. Mas as autoridades de controle de cães e gatos já haviam estado no local, meses antes, devido a denúncias de crueldade com o cão da família, feitas por vizinhos. Esse caso, entre centenas de outros, é um exemplo de como os serviços de controle de zoonoses e de controle de populações de cães e gatos, em parceria com os profissionais médicos veterinários, podem auxiliar os órgãos competentes a diagnosticar a violência doméstica (Phl Arkow, 2004).

Mudanças em vista?
Se a realidade é ruim, os defensores dos animais estão batalhando para mudar isso. Recentemente, bons exemplos estão acontecendo nas cidades de São Paulo e Porto Alegre. Para incentivar a Posse Responsável, evitar maus tratos, superpopulação e também a transmissão de doenças, essas duas grandes cidades conseguiram fazer com que, tanto cães como gatos, sejam vacinados, castrados e recebam chip de identificação antes de serem adotados. O objetivo é conseguir controlar as vacinas que os animais recebem e também responsabilizar os donos por eventuais maus-tratos e abandono.

Além disso, em São Paulo, nenhum animal saudável pode ser sacrificado desde o ano passado por conta de uma lei estadual, de autoria do deputado Feliciano Filho (Partido Verde). Antes dessas novas iniciativas, os Centros de Controle de Zoonoses (CCZ) costumavam limitar-se ao encaminhamento desses animais para adoção ou sacrifício.

Se na sua cidade essas iniciativas ainda não foram implementadas, você também pode dar o exemplo: só adotar se puder mesmo cuidar do animal, castrar seu bichinho adotado, freqüentar as campanhas de vacinação e não deixar de denunciar maus-tratos. São várias iniciativas que podem melhorar a situação dos cães no Brasil. Porque não basta adorar cães, é preciso participar, cuidando deles com muito carinho.

quarta-feira, 18 de março de 2009

sexta-feira, 13 de março de 2009

12/03/2009
Aprovado em 1a Votação PL Estadual de Proibição de Aluguel de Cães no Paraná

Repassando mensagem.

----- Original Message -----
From: Informativo SPAC
Sent: Thursday, March 12, 2009 6:05 PM
Subject: Aprovado em 1a Votação PL Estadual de Proibição de Aluguel de Cães no Paraná
Pessoal,

Hoje pela manhã foi aprovado em primeira votação o Projeto de Lei do Deputado Estadual Reinhold Stephanes Jr. pela proibição de locação de cães de guarda no estado do Paraná.

O PL entrou em pauta de última hora. Felizmente a Rosana do Movimento S.O.S. Bicho já estava na Assembléia e conseguiu acompanhar a votação.

Na próxima segunda-feira dia 16 de março o PL deve entrar em segunda votação. Precisamos estar presentes para apoiar sua aprovação. A sessão começa às 14:30. Informaremos caso haja alguma mudança.

Pedimos que todos que tiverem a possibilidade compareçam na Assembléia Legislativa nesta segunda. Este PL é muito importante para que esta atividade irregular e geradora de crime ambiental seja extinta.

Lembrando que todos os animais "locados" por estas empresas estão em situação de abandono, são "usados" até não terem mais utilidade e depois "descartados" , ou "morrem em serviço".

Abraços,
Soraya
Sociedade Protetora dos Animais de Curitiba
www.spacuritiba. org.br

domingo, 8 de março de 2009

Injeção no testículo de cães substitui castração cirúrgica
Novo produto à base de zinco interrompe produção de espermatozóides.
Empresa que lançou produto vai doar medicamentos para ONGs.
Luciana Rossetto Do G1, em São Paulo

Medicamento promete deixar cães inférteis sem necessidade da tradicional cirurgia
Uma injeção que deixa os cães machos inférteis sem a necessidade de cirurgia surge como uma alternativa para donos de pets que consideram cruel a castração tradicional. A nova droga foi lançada no início do mês, em São Paulo. A veterinária e diretora da empresa que desenvolveu o medicamento, Maria José Simões de Freitas, explicou ao G1 que o animal recebe uma injeção do medicamento em cada testículo. “O produto é feito à base de zinco, que é a substância usada pelas células dos testículos para a produção de espermatozóide. Com o excesso, o organismo não consegue mais produzir espermatozóides. As células acabam atrofiando e não há mais a produção”, disse.
Segundo Maria José, com uma única dose, a eficácia do medicamento foi constatada em 72% dos animais após 30 dias. Dependendo de cada animal, entre 30 e 60 dias, é recomendada uma nova aplicação para a total atrofia dos testículos.
“O veterinário responsável pela aplicação vai avaliar se o animal precisa ser sedado para a aplicação do produto, que é feita por uma injeção. Geralmente, é dispensável quando os animais não são agressivos”, disse Maria José, que garante que durante o processo de atrofia também não há dor. “O cão não sente porque é um processo muito lento, leva cerca de 60 dias até a atrofia total.” O esterilizador químico, que se chama Infertile, foi desenvolvido no Brasil pelo Centro de Planejamento de Natalidade Animal (CPNA). O produto foi testado por seis anos e teve a comercializaçã o liberada pelo Ministério da Agricultura no fim de 2008. Por enquanto, é aplicado apenas em machos. A empresa afirma que o medicamento não tem contraindicaçã o nem provoca efeitos colaterais. Todo o procedimento deve ser feito por um médico veterinário.
Sem reação
Dona de um abrigo que cuida de 700 cães abandonados em São Paulo, Carmem Salas usou a injeção em seis animais há 15 dias. Segundo Carmem, eles não tiveram reações colaterais. “Quando é feita a castração tradicional, alguns bichos ficam doloridos, têm inchaços, passam alguns dias sem comer e precisam usar capacete para não coçar. Com a injeção, eles ficaram normais e já estão com os outros, no canil”, disse Carmem.
Doação para ONGs
Até o dia 20 de março, o CPNA vai doar o medicamento para secretarias municipais interessadas e ONGs que cuidam de animais e desejam realizar a castração. O produto já está sendo vendido a R$ 30 para veterinários e a R$ 10 para ONGs. Os responsáveis por ONGs podem entrar em contato com a empresa pelo e-mail: info@infertile. com.br ou telefone (11) 5631-0888.
Cautela
A Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo informou, em nota, que ainda está avaliando a possibilidade de utilizar a substância junto com laboratório fabricante.
Segundo a secretaria, ainda serão realizados testes, pela Vigilância Sanitária, para verificar a segurança e eficácia do produto, bem como a sua utilização em mutirões de castração. As castrações cirúrgicas de cães e gatos machos e de fêmeas continuam.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1032075-5598,00.html
Injeção no testículo de cães substitui castração cirúrgica
Novo produto à base de zinco interrompe produção de espermatozóides.
Empresa que lançou produto vai doar medicamentos para ONGs.
Luciana Rossetto Do G1, em São Paulo

Foto: Divulgação
Medicamento promete deixar cães inférteis sem necessidade da tradicional cirurgia
Uma injeção que deixa os cães machos inférteis sem a necessidade de cirurgia surge como uma alternativa para donos de pets que consideram cruel a castração tradicional. A nova droga foi lançada no início do mês, em São Paulo. A veterinária e diretora da empresa que desenvolveu o medicamento, Maria José Simões de Freitas, explicou ao G1 que o animal recebe uma injeção do medicamento em cada testículo. “O produto é feito à base de zinco, que é a substância usada pelas células dos testículos para a produção de espermatozóide. Com o excesso, o organismo não consegue mais produzir espermatozóides. As células acabam atrofiando e não há mais a produção”, disse.
Segundo Maria José, com uma única dose, a eficácia do medicamento foi constatada em 72% dos animais após 30 dias. Dependendo de cada animal, entre 30 e 60 dias, é recomendada uma nova aplicação para a total atrofia dos testículos.
“O veterinário responsável pela aplicação vai avaliar se o animal precisa ser sedado para a aplicação do produto, que é feita por uma injeção. Geralmente, é dispensável quando os animais não são agressivos”, disse Maria José, que garante que durante o processo de atrofia também não há dor. “O cão não sente porque é um processo muito lento, leva cerca de 60 dias até a atrofia total.” O esterilizador químico, que se chama Infertile, foi desenvolvido no Brasil pelo Centro de Planejamento de Natalidade Animal (CPNA). O produto foi testado por seis anos e teve a comercializaçã o liberada pelo Ministério da Agricultura no fim de 2008. Por enquanto, é aplicado apenas em machos. A empresa afirma que o medicamento não tem contraindicaçã o nem provoca efeitos colaterais. Todo o procedimento deve ser feito por um médico veterinário.
Sem reação
Dona de um abrigo que cuida de 700 cães abandonados em São Paulo, Carmem Salas usou a injeção em seis animais há 15 dias. Segundo Carmem, eles não tiveram reações colaterais. “Quando é feita a castração tradicional, alguns bichos ficam doloridos, têm inchaços, passam alguns dias sem comer e precisam usar capacete para não coçar. Com a injeção, eles ficaram normais e já estão com os outros, no canil”, disse Carmem.
Doação para ONGs
Até o dia 20 de março, o CPNA vai doar o medicamento para secretarias municipais interessadas e ONGs que cuidam de animais e desejam realizar a castração. O produto já está sendo vendido a R$ 30 para veterinários e a R$ 10 para ONGs. Os responsáveis por ONGs podem entrar em contato com a empresa pelo e-mail: info@infertile. com.br ou telefone (11) 5631-0888.
Cautela
A Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo informou, em nota, que ainda está avaliando a possibilidade de utilizar a substância junto com laboratório fabricante.
Segundo a secretaria, ainda serão realizados testes, pela Vigilância Sanitária, para verificar a segurança e eficácia do produto, bem como a sua utilização em mutirões de castração. As castrações cirúrgicas de cães e gatos machos e de fêmeas continuam.

Fonte: http://g1.globo. com/Noticias/ Brasil/0, ,MUL1032075- 5598

sábado, 7 de março de 2009

"A natureza tem uma estrutura feminina: não sabe se defender mas sabe se vingar como ninguem"
Marina da Silva