terça-feira, 23 de dezembro de 2008

A cada ano centenas de cães são abandonados porque seus donos se cansam de brincar com eles.
Ninguém sabe dizer o número, mas é certo que depois de festas tradicionais como páscoa e natal, aumenta o número de animais abandonados nas clínicas e parques de São Paulo. O mesmo acontece em todo o mundo: segundo a WSPA (Sociedade Mundial de Proteção Animal), mais da metade dos coelhos, cães e gatos adquiridos nesses períodos, são abandonados. Em São Paulo são 25 mil cães e gatos recolhidos anualmente pelo Serviço de Controle de Zoonoses, dos quais apenas 1.200 conseguem um novo lar.Os motivos para o abandono são vários: viagem de férias e ninguém para abrigar o animal, desistência do “brinquedo”, o trabalho gerado pelo animal, uma eventual deficiência física ou doença, problema de comportamento e outros. É sempre o mesmo artifício: à noite abandonam nas portas de faculdades ou de hospitais veterinários, nas clínicas, nos parques municipais ao amanhecer, ou mesmo à plena luz do sol, nas feiras e parques da cidade. Nos pet shops, geralmente entregam o animal para um procedimento, fazem mil recomendações e nunca mais retornam, deixando o mascote para quem se interessar.


Diariamente o Serviço de Zoonoses da Prefeitura de São Paulo tira das ruas cerca de 60 animais entre cães e gatos, menos de 20% consegue abrigo, os demais são sacrificados, mesmo destino dado a animais abandonados em clínicas: não há como alimentar a todos. Ongs (Organizações não governamentais) de proteção à vida animal de todos os tipos promovem feiras e campanhas de posse responsável. Uma das feiras é feita todos os anos em outubro, no dia de São Francisco, o santo protetor dos animais, pelo CCZ de São Paulo: “é o momento em que muitos animais vacinados e castrados encontram novos donos” conta Drª Luciana Hardt, diretora do CCZ de São Paulo comemorando o sucesso que a iniciativa vem tendo. O veterinário e adestrador Dan Wroblewski, 43, acredita que o abandono é falta de conscien-tização do que é posse responsável: “com o aumento da insegurança mais pessoas, especialmente da classe média, estão vendo os animais como aliados, mas não se dão conta das responsabilidades que essa companhia exige. Muitas vezes, se entusiasmando com um filhote ou com os conselhos de um conhecido, a pessoa acaba comprando um animal sem se importar com o fato de que ele cresce, adoece, envelhece, exige dedicação, educação e alimentos e nem sempre pode acompanhar o dono em todos os lugares e, sobretudo, lembra, se reproduz”.-Qualquer aumento de dificuldade pode gerar a necessidade do abandono e isso não é difícil, basta ter um momento de falta de escrúpulo. Dan é proprietário de um Hotel para cães, e freqüen-temente se vê às voltas com animais que são “esquecidos” por seus donos. A incidência é tanta que Dan passou a exigir documentos e comprovantes de residência dos proprietários de seus hóspedes, e mesmo assim, acontece de um ou outro animal ser abandonado.O período após oNatal é uma temporada de animais abandonados. Pressionados pelas crianças muitos pais adquirem filhotes para doar de presente. No fundo têm esperanças de que os animais ensinarão aos filhos a ter mais responsabilidades, afinal, o compromisso é sempre de que a criança vai incumbir-se de cuidar do cão ou do gatinho.A rotina do dia a dia, entretanto é diferente. Nem sempre a criança desempenha bem as tarefas, o filhote rói móveis e roupas, faz suas necessidades no tapete da sala e chora no meio da noite. Irritados, pais e mães logo se vêem na compulsão de livrar-se do intruso.A primeira tentativa é de passar o problema para frente. Querem doar para o avô, o tio que tem chácara, o porteiro do prédio e, diante da total impossibilidade optam pelo abandono.A maioria dos veterinários têm histórias para contar de ninhadas inteiras abandonadas na porta da clínica, o cãozinho com coleira preso na maçaneta, ou simplesmente largado no interior dos parques.Os cães, mesmo filhotes, tendem a seguir seus donos, o que já não acontece com os gatos. São esses últimos que infestam os parques, como o Parque da Água Branca, em São Paulo, onde a direção calcula a existência de quase 500 animais. Abandonados, os gatos são alimentados por voluntários, crescem, procriam e aumentam o problema do município.- A solução é a sociedade aderir à posse responsável – diz Drª. Luciana Hardt – é a pessoa, antes de adquirir o animal conhecer suas necessidades, suas exigências e avaliar se vale realmente à pena ter o bicho ou não. Somente depois de refletir com toda a família, analisando todos os aspectos da vida em comum, ir à busca do animal e, se for o caso, realizar a sua castração para evitar problemas futuros!
Fonte: Notícia Animal

domingo, 21 de dezembro de 2008

FOGOS DE ARTIFÍCIO: SÓ SOLTE OS DE EFEITO VISUAL!

Colorir o céu com fogos de artifício torna estas festas mais bonitas e alegres. Mas alguns fogos produzem um barulho intenso, assustador para animais e também para bebês, que não entendem o que está acontecendo. Muitos animais correm sem destino, causando acidentes e perdendo-se de seus donos. Outros acabam feridos ou mortos, por tentar fugir em desespero. Alguns cães chegam a sofrer convulsões e morrer. Animais silvestres sofrem alterações em seu ciclo reprodutor e também podem chegar ao óbito.

Se você quiser festejar, PREFIRA FOGOS QUE NÃO FAZEM BARULHO! Há muitas opções no mercado que produzem efeitos belíssimos!Você tem bichos em casa? Siga estas dicas:
Mantenha o cão ou gato em lugar seguro, feche bem as janelas, portões e portas. Se ele tiver muito medo dos fogos, coloque-o em um cômodo da casa.
Um pouco antes do evento, leve seu animal para perto da TV ou de um aparelho de som e aumente aos poucos o volume, de tal forma que ele se distraia e se acostume com um som alto. Assim, não ficará tão assustado com o barulho intenso e inesperado dos fogos.
Você pode usar remédios para acalmá-lo. Prefira os fitoterápicos, que praticamente não têm contra-indicaçõ es. Converse antes com o veterinário, para escolher a melhor opção e a dose certa para seu bichinho.
E não esqueça de colocar uma plaqueta de identificação na coleira do animal!
Iniciativa: Sentiens Defesa Animal - www.sentiens. net

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008


Doações para auxílio aos desabrigados de SC
Doações para animais e pessoas de SC
Estaremos recebendo doações para serem enviadas para auxílio aos animais e pessoas desabrigadas de SC.

Sua ajuda poderá ser com doações de: rações para cães e gatos
utensílios para os animais: potinhos, coleiras, guias, roupinhas, caminhas, etc
água
alimentações "prontas" para consumo imediato: bolacha, chocolate, enlatados, leite em pó, etc
agasalhos para as pessoas: roupas, toalhas, lençóis, cobertas, etc
material de limpeza
**Aguardaremos sua visita no
Cantinho da Adoção no dia 14/12 das 10h às 15h. Contamos com sua solidariedade!!Maiores informações: (51) 8402-6608
(Fonte: site protetores voluntários)

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

RELATOS - ITAJAÍ 30/11/08
Ontem (30/11), protetores de Florianópolis levaram mais de 1 tonelada de ração para cães, gatos e cavalos para Itajaí. Estivemos em contato direto com o pessoal da Associação Itajaiense de Proteção dos Animais (AIPRA). Passamos o dia inteiro fazendo entrega de rações diretamente nas casas das pessoas que tiveram suas residências atingidas. A quantidade de lixo acumulada em frente às casas era absurda.
Não há mais áreas alagadas! Encontramos alguns animais mortos. Foram encontrados muitos depois que água baixou.

COMENTÁRIOS DESAGRADÁVEIS
Muito lamentável o descaso das autoridades de Itajaí. No pavilhão chamado "Marejada", as doações dos animais tiveram de ser escondidas para que a imprensa não filmasse e transparecesse que os animais são mais importantes que os humanos.
Uma vergonha o que o CCZ e a FAMAI (Fundação do Meio Ambiente de Itajaí) estão fazendo, ou melhor, o que não estão fazendo!
CCZ: não estão aceitando ajuda de veterinários voluntários; não estão atendendo animais desabrigados e das famílias; está usando sua própria verba para ajudar humanos, os quais possuem pilhas e pilhas de doações, verbas do governo federal e por aí vai (Para que se cria um CCZ? Pra cuidar de humanos?)
FAMAI: não estão atendendo os animais; nem se quer sabem de alguém que esteja fazendo isso.
Nem para o CCZ, nem para FAMAI os animais são prioridade. Caso não tivesse ninguém por perto, as doações que se encontravam na Marejada iriam para no CCZ. Para nas mãos de quem não está cumprindo sua obrigação.
ATENÇÃO: muito cuidado ao enviar suas doações pela Defesa Civil (órgão do governo). A Defesa Civil de outras cidade podem ajudarem no carregamento das doações para os animais, porém a Defesa Civil de SC não está colaborando! !! Caso venham doações pela Defesa Civil elas irão parar no CCZ da cidade de destino. Entrem em contato diretamente com as ONGs. Tenham certeza que as rações estejam sendo distribuídas diretamente aos responsáveis pelos animais.
Fonte: Sentiens Defesa Animal - www.sentiens. net